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» » Comandante da PM disse que Marcelo Negão poderia está planejando vingança em Campo Maior

Fotos: Divulgação

O homem acusado de assaltos, Marcelo Pimentel Cunha Nery, mais conhecido como Marcelo Negão, que foi preso na noite dessa segunda-feira em Campo Maior, disse para a polícia que estava só de passagem na cidade, com destino final para Fortaleza, no Ceará, onde iria vender um fuzil que foi apreendido em seu poder na operação policial.

Segundo o comandante do 15º BPM, major Etevaldo Silva, Marcelo Negão negou que tivesse em Campo Maior para efetuar algum assalto. Ele revelou aos policiais que estava, de passagem, para Fortaleza, quando percebeu a blitz da PRF ao entrar na cidade.

Como estava armado com pistola e tinha um fuzil escondido no portal malas do HB20 que andava, Marcelo Negão e um comparsa, identificado como Júnior, resolveram não parar e continuar a viagem, furando o bloqueio da PRF.

De acordo com o major, Marcelo disse que resolveu parar no posto para despistar os policiais, mas terminou sendo preso e levado para o DP, enquanto o comparsa conseguiu fugir correndo.

Etevaldo disse que não descarta nenhuma possibilidade e até acredita que Marcelo e o comparsa poderiam está em Campo Maior para executar um plano de vingança. “Não podemos descartar nada, até mesmo um plano de execução para vingar as mortes dos comparsas ocorridas durante a perseguição, após o assalto aos bancos”, disse major Etevaldo.

O comandante disse que Marcelo Negão será transferido, imediatamente, para Teresina, por se tratar de um homem perigoso.  Por outro lado o major negou que o comparsa de Negão tivesse sido baleado. 

ATUALIZADA 07h40min:

A Polícia Militar prende em Campo Maior comparsa de Marcelo Negão


O comparsa de Marcelo Negão, acusado de ser o maior assaltante de bancos do Piauí, Misael Queiroz Alves, mais conhecido como Júnior, que havia conseuido fugir, terminou sendo capturado pela Polícia Militar, na noite dessa segunda-feira, 02.12.

Misael estava acompanhando o assaltante de banco Marcelo Pimentel Cunha Nery. Marcelo Negão era o líder da quadrilha que no último dia 30 de abril atacou e explodiu as agências do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal em Campo Maior.

Marcelo Negão e Misael foram encontrados por policiais militares do Batalhão de Campo Maior quando se encontrava em uma loja de conveniência de um posto de combustível da cidade. Antes disso ele rompeu um bloqueio da Polícia Rodoviária Federal e se evadiu juntamente com um comparsa.

Ao serem avisados os policiais militares iniciaram as diligências em Campo Maior para localizar o veículo em que Marcelo andava, um modelo HB20 de cor prata, que foi roubado em Teresina.

Ao chegar ao posto de combustível as equipes da Polícia Militar encontraram o veículo, reconheceram Marcelo Negão e deram voz de prisão. Contra ele havia um mandado de prisão em aberto.

O comparsa Misael Júnior conseguiu fugir, mas foi capturado pela Polícia Militar logo em seguida. Os dois presos já foram transferidos para Teresina.

No interior do veículo foram encontrados um fuzil AK-47, uma pistola .40, 169 cartuchos calibre 7.62, 25 cartuchos calibre .40, 04 carregadores de fuzil, 01 carregador de pistola, além de 02 coletes balísticos e diversos outros objetos.


Para o Comandante do 15° Batalhão, Major Etevaldo Silva, é provável que Marcelo Negão estivesse planejando outro ataque a agências bancárias em Campo Maior ou em outra cidade da região. "A presença desse elemento perigoso em Campo Maior, com essas armas e a quantidade de munição, era um claro sinal de um novo ataque. Essas quadrilhas vivem disso. Ele negou, disse que estava só de passagem, indo para Fortaleza, mas a investigação vai mostrar que é tudo mentira", concluiu o Comandante.





Informações: portaldecampomaior

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